Uma criança de cinco anos de idade foi à primeira vítima morta por influenza H1N1 neste ano no Rio Grande do Norte. A confirmação da causa do óbito, ocorrido no último dia 12, foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP), na tarde de ontem, mediante laudo do Instituto Evandro Chagas.
Outro caso suspeito, ainda sem confirmação, envolve criança de sete anos, moradora da Grande Natal, que passa bem. As notificações ocorrem após um ano sem qualquer caso da doença confirmado no Estado. Em 2011, existiram apenas 16 casos suspeitos, com 2 óbitos descartados. O último caso de H1N1 havia sido confirmado no Rio Grande do Norte em janeiro de 2010.
A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Juliana Araújo enfatiza que não caracteriza novo surto da doença, embora considere haver subnotificação dos casos, após a pandemia ocorrida em 2009. "Não há estado epidêmico nem indicam surto. São casos pontuais, isolados, mas iremos reforçar os cuidados", disse.
Uma nota técnica mostrando as estatísticas e reforçando a necessidade de atenção para o diagnóstico e tratamento, bem como para práticas de higiene será publicada hoje, pela Sesap. A redução no número de casos se deve à cobertura da vacinação, realizada em 2010. "Como houve a imunização de grupos de riscos, isso reduziu a ocorrência, mas não quer dizer que o vírus está fora de circulação. Não há como termos prevenção sem vigilância", diz.
Outro caso suspeito, ainda sem confirmação, envolve criança de sete anos, moradora da Grande Natal, que passa bem. As notificações ocorrem após um ano sem qualquer caso da doença confirmado no Estado. Em 2011, existiram apenas 16 casos suspeitos, com 2 óbitos descartados. O último caso de H1N1 havia sido confirmado no Rio Grande do Norte em janeiro de 2010.
A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Juliana Araújo enfatiza que não caracteriza novo surto da doença, embora considere haver subnotificação dos casos, após a pandemia ocorrida em 2009. "Não há estado epidêmico nem indicam surto. São casos pontuais, isolados, mas iremos reforçar os cuidados", disse.
Uma nota técnica mostrando as estatísticas e reforçando a necessidade de atenção para o diagnóstico e tratamento, bem como para práticas de higiene será publicada hoje, pela Sesap. A redução no número de casos se deve à cobertura da vacinação, realizada em 2010. "Como houve a imunização de grupos de riscos, isso reduziu a ocorrência, mas não quer dizer que o vírus está fora de circulação. Não há como termos prevenção sem vigilância", diz.

2 comentários:
leonardo vc vai postar o resultado final do processo seletivo brasil alfabetizado, que estar pra sair hoje?
A pior saude do Brasil você é no RN!
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